Salutaris tem projetos sociais para crianças e adolescentes
Responsabilidade Social

Você já ouviu falar em Responsabilidade Social?

Pois este é um dos assuntos mais discutidos atualmente no círculo empresarial. As empresas estão cada vez mais conscientes de que seu papel junto à sociedade não se resume a oferecer um produto ou serviço para consumo. Dia após dia, cresce o número de empresas que desenvolve ações e projetos sociais voltados para a melhoria da qualidade de vida da comunidade que as cercam. São as chamadas empresas cidadãs, que vêm conquistando a simpatia das pessoas e ganhando mais clientes, que preferem comprar os produtos ou serviços de uma empresa que valoriza a Responsabilidade Social. A Viação Salutaris é um exemplo de empresa cidadã, que desenvolve projetos sociais não apenas porque sabe que eles podem contribuir para ganhar a simpatia da população e da comunidade de Paraíba do Sul, onde está sediada a empresa, mas porque acredita realmente que todos devemos fazer a nossa parte pelo social.
Entre os projetos sociais realizados pela Salutaris, destacam-se o Projeto Sorriso e o Solidariedade. O primeiro, iniciado em julho do ano passado, consiste no tratamento dentário de crianças da comunidade. Segundo o gerente de Recursos Humanos da empresa, Francisco Carlos Schlinz, o trabalho iniciou com os alunos do Colégio Público Barão de Angra. Cerca de 10 crianças já terminaram o tratamento. "Resolvemos oferecer esse tipo de benefício para a comunidade porque sabemos que, normalmente, a maioria não tem acesso a dentista. Muitas crianças chegam aqui com os dentes em estado precário", revela Schlinz. "As únicas exigências que fazemos para que uma criança possa ser atendida é que ela venha acompanhada dos pais ou responsável, não falte às consultas e esteja estudando. Na primeira consulta, eu pessoalmente converso com os pais e explico a importância de prosseguir no tratamento, de não deixar que o filho falte, pois outra criança poderia estar desfrutando daquele tratamento. O resultado é ótimo. Ninguém falta", conta entusiasmado.

As consultas, com hora marcada, são realizadas todas as terças e quintas-feiras, no consultório odontológico instalado na sede da Salutaris. Crianças de todas as faixas etárias podem ser atendidas. O Projeto Sorriso prevê ainda outras ações, como campanhas de conscientização. No ano passado, por exemplo, durante a sua Semana Interna de Acidentes do Trabalho, a Salutaris realizou um evento voltado para a conscientização sobre a importância da saúde bucal. A empresa montou um escovódromo, onde um dentista ensinou às crianças como escovar os dentes corretamente. Cada uma das 70 crianças que compareceram recebeu um kit, com escova de dente e creme dental, entre outras coisas. Segundo Schlinz, o evento foi um sucesso.

O Projeto Sorriso propicia tratamento dentário e orientação às crianças da comunidade, gratuitamente.

Solidariedade
O outro projeto de Responsabilidade Social, realizado pela Salutaris, o Solidariedade, também é voltado para o público infantil e adolescente. São 70 meninas com deficiência física e mental que vivem no orfanato Dom Orione, em Paraíba do Sul, e que recebem, todo mês, doações da empresa e de seus funcionários. "Quando uma pessoa vem trabalhar na Viação Salutaris, já no treinamento introdutório, ela é consultada se deseja participar do Projeto Solidariedade com uma quantia mensal, determinada por ela, que já vem descontada no contracheque", explica o gerente de Recursos Humanos. Com as contribuições dos funcionários e mais as contribuições da diretoria da Salutaris, são comprados gêneros de necessidade indicados pelo próprio orfanato e os funcionários da empresa vão pessoalmente entregar os produtos doados. "Dentro do nosso programa de Qualidade, temos aqui na empresa uma divisão dos funcionários por unidades. Assim, cada mês é responsabilidade de uma unidade visitar o orfanato e levar nossa doação", diz Schlinz. "Acreditamos que não basta fazer a doação, é preciso visitar o local, participar ativamente do Projeto", explica. Em função da deficiência das meninas internas, um dos produtos mais solicitados pelas freiras responsáveis pelo Dom Orione é fralda descartável. Por isso, já está nos planos da Salutaris economizar um pouco do valor total arrecadado por mês para, em breve, comprar uma máquina de fazer fralda, que será doada ao orfanato. "Assim, eles próprios, lá dentro, poderão produzir as fraldas e, com isso diminuir bastante os custos do orfanato. E nós poderemos fazer doações de diversas outras coisas que as meninas também precisam", planeja Schlinz.

O Projeto Solidariedade existe há cerca de seis anos. De acordo com o gerente, porém, somente a partir do ano passado tornou-se mais efetivo, com visitas programadas todos os meses. Além das visitas, a empresa também cede ônibus para levar as meninas para passeios programados pelo orfanato e, no Natal, funcionários se vestem de papai Noel para alegrar o final de ano das internas. Schlinz conta que ele e sua família sempre fizeram doações para o Dom Orione. Ele conta que quando levou a proposta para a empresa passar a fazer essas doações, criando assim o Projeto Solidariedade, a idéia foi prontamente aceita.
Esses dois projetos não são os únicos trabalhos que a Salutaris realiza para crianças e adolescentes. Existe um outro trabalho voltado para os estudantes de sua comunidade que consiste na visita dos alunos para conhecer a garagem da empresa. Eles visitam todas as seções, aprendem um pouco sobre as profissões necessárias dentro de uma empresa de ônibus, assistem a um desenho animado sobre cidadania, lancham e ganham brinde e presentes. "Já tivemos aqui dentro da garagem num só dia 90 crianças. Foi uma verdadeira festa. Com esse trabalho, estamos levando algum conhecimento a essas crianças e, principalmente, estamos colocando dentro do coração de cada uma delas o amor pela Salutaris. Afinal, elas podem ser nossos funcionários ou clientes no futuro", conclui Schlinz. Por essas e outras é que a Viação Salutaris, no ano passado, foi eleita pela Revista Exame uma das 100 melhores empresas do Brasil para se trabalhar. Quem não quer trabalhar numa empresa que faz pelo social.

   
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